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Torcedores do Vasco são espancados na Baixa Fluminense
Dois rapazes foram agredidos por cerca de 10 pessoas em um posto de gasolina; outro homem apanhou próximo à Rodovia Washington Luiz. Dois torcedores do Vasco foram espancados por vários homens em um posto de gasolina, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, no início da noite desta quarta-feira (16). A polícia suspeita que os agressores são torcedores do Flamengo que se reúnem em dias de jogos para agredir quem veste outras camisas. O ataque ocorreu nas imediações da Avenida Expedicionário José Amaro, na Vila São Luis. Os dois rapazes foram cercados por um grupo de 10 homens, armados com pedaços de paus. Um apanhou na hora, e o outro foi agredido minutos depois, tentando fugir em um carro. Feridos, os dois agredidos foram levados para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo. Depois, um deles foi liberado e o outro foi transferido para o Hospital de Saracuruna, onde permaneceu em observação. Segundo a Polícia Civil, celulares foram levados das vítimas. Outro caso Testemunhas indicaram que outro homem, também vascaíno, foi agredido próximo à Rodovia Washington Luiz, pelo mesmo grupo.
Thu, 17 Oct 2019 04:06:36 -0000
Julgamento do STF sobre prisão em 2ª instância pode beneficiar 38 condenados da Lava Jato no Paraná

O benefício não significa, necessariamente, que quem está preso sairia da cadeia porque existem contra alguns réus medidas cautelares, como prisão preventiva. Suprema Corte começa julgamento na quinta-feira (17). Presos da Lava Jato podem se beneficiar de decisão no STF sobre 2ª instância O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da prisão após condenação em segunda instância, marcado para começar na quinta-feira (17), pode beneficiar 38 condenados da Operação Lava Jato no Paraná, de acordo com um levantamento do Ministério Público Federal (MPF), obtido em primeira mão pela RPC. Veja a lista mais abaixo. O benefício não significa, necessariamente, que quem está preso sairia da cadeia. Isso porque, existem contra alguns réus medidas cautelares, como prisão preventiva. É o caso do ex-deputado Eduardo Cunha. Setenta e quatro pessoas foram condenadas em segunda instância em processos da Lava Jato no Paraná, segundo o MPF. Dos 36 restantes, há condenados que já cumpriram as penas, pagaram multas ou fizeram acordos de delação premiada - nesse caso, os termos do acordo que definem o cumprimento das penas. Os 38 que podem ser beneficiados caso o STF altere o entendimento e impeça o início do cumprimento das penas depois do julgamento dos processos na segunda instância estão em regime fechado, semiaberto ou são monitorados por tornozeleira eletrônica. Com a eventual mudança, a execução provisória dessas penas seria interrompida. Os ministros do Supremo Tribunal Federal reunidos em plenário Nelson Jr./STF Dos condenados que estão em regime fechado poderiam deixar a prisão, por exemplo, o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde 7 de abril de 2018, na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba. De acordo com a força-tarefa, outros 307 denunciados que aguardam julgamento em primeira instância poderão ser beneficiados, visto que só cumprirão a pena depois "de um longo período de trânsito do processo". Na avaliação do MPF, o mesmo se aplica a parte dos 85 condenados em primeira instância e que aguardam o julgamento de recursos. "Passa uma sensação de impunidade, passa uma sensação de seletividade. Ou seja, aqueles que têm advogados poderosos e conseguem recorrer até as últimas instância conseguem retardar o seu cumprimento de eventual condenação e passa a ideia de que o crime compensa", afirmou o procurador da força-tarefa Marcelo Ribeiro. Réus que poderão se beneficiar com a eventual mudança, segundo o MPF: Roberto Gonçalves Ivan Vernon Gomes Torres Junior Luiz Eduardo de Oliveira e Silva Julio Cesar dos Santos Pedro Augusto Corte Xavier Roberto Marques João Cláudio de Carvalho Genu Leon Denis Vargas Ilario Gerson de Mello Almada Luiz Inácio Lula da Silva Dario Teixeira Alves Junior Sonia Mariza Branco Eduardo Cosentino da Cunha Delubio Soares de Castro Enivaldo Quadrado Natalino Bertin Ronan Maria Pinto Raul Henrique Srour Luiz Carlos Casante Flavio Henrique de Oliveira Macedo João Augusto Rezende Henriques Jorge Luiz Zelada Salim Taufic Schahin Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho Sergio de Oliveira Cabral Santos Filho Sérgio Cunha Mendes Alberto Elísio Vilaça Gomes José Dirceu de Oliveira e Silva Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura João Procópio Junqueira Pacheco de Almeida Prado Márcio de Andrade Bonilho André Luiz Vargas Ilário Ricardo Hoffmann José Carlos Costa Marques Bumlai Renato de Souza Duque João Vaccari Neto Jorge Afonso Argello Eduardo Aparecido de Meira Julgamento do STF Segundo o presidente do STF, ministro Dias Toffolli, o julgamento começara na quinta, mas a sessão deverá ser destinada à leitura do resumo do caso e a sustentações orais. O voto do relator do caso, o ministro Marco Aurélio Mello, deve ser lido só na próxima semana, conforme afirmou nesta quarta-feira (16) o presidente do STF. Pela previsão, deverão ser ouvidos os advogados dos autores das ações, a Advocacia-Geral da União (AGU), a Procuradoria Geral da República (PGR) e entidades interessadas. O STF entende desde 2016 que a prisão pode ser decretada quando a pessoa for condenada em segunda instância. Ações apresentadas ao tribunal, contudo, visam mudar esse entendimento. O principal argumento é o de que o artigo 283 do Código de Processo Penal estabelece que as prisões só podem ocorrer após o trânsito em julgado, ou seja, quando não couber mais recursos no processo. Além disso, o artigo 5º da Constituição define que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". A decisão a ser tomada pelo Supremo terá o efeito "erga omnes". Ou seja, o entendimento a ser firmado valerá para todas as instância da Justiça, com cumprimento obrigatório. A decisão poderá ser tomada por unanimidade ou por maioria de votos - seis dos 11 ministros. Se algum deles pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso, o julgamento será suspenso e deverá ser retomado quando esse ministro liberar o tema. Conforme uma nota do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgada nesta quarta, afirma que 4,8 mil presos no Brasil seriam afetados caso o STF altere o entendimento sobre a prisão após condenação em segunda instância. Os dados são do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), que é do próprio conselho. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
Thu, 17 Oct 2019 03:57:16 -0000
35 torcedores do Cruzeiro são detidos por confusão no Mineirão

Grupo invadiu um setor do estádio e agrediu seguranças. Torcedores do Cruzeiro são detidos no Mineirão Reprodução / TV Globo Embora o Cruzeiro tenha vencido o São Paulo, na noite de quarta-feira (16), pelo Campeonato Brasileiro, e colocado um fim ao jejum de vitórias, o clima foi tenso no Mineirão e marcado pela violência. Houve confusão durante o jogo. Trinta e cinco pessoas foram detidas. O policiamento tentou cumprir seu papel, de dar segurança aos torcedores dentro e no entorno do estádio. O tenente Carlos Felipe Oliveira informou que também colocou equipes em áreas da região metropolitana de Belo Horizonte. Na avenida Abraão Caram, por exemplo, torcedores se aqueciam para ir ao estádio. No local havia PMs, a cavalaria e um blindado do Batalhão de Choque. Mas antes mesmo do jogo terminar, 38 homens foram detidos tentando invadir um setor do Mineirão. Segundo a PM, houve confusão e três seguranças foram agredidos – um deles sofreu um grande ferimento numa orelha. Os torcedores foram levados ao posto da polícia no estádio: três foram liberados e os demais foram detidos.
Thu, 17 Oct 2019 03:43:23 -0000
Busca por povos isolados na Amazônia celebra 400 edições do Profissão Repórter

Os jornalistas Danielle Zampollo e Maycom Mota passaram 25 dias na Amazônia. Em uma viagem cheia de aventuras e riscos, o programa revela ameaças crescentes a um trecho remoto da floresta e a seus povos. Profissão Repórter - Isolados – 16/10/2019 No programa em que atinge a marca de 400 edições, o Profissão Repórter mostra a expedição mais longa feita por repórteres da equipe. Danielle Zampollo e Maycom Mota passaram 25 dias na Amazônia e fizeram contato com povos indígenas isolados. A viagem começou com um voo junto de uma equipe da Funai pela área de florestas da segunda maior terra indígena do Brasil, no Vale do Javari. O sobrevoo faz parte do monitoramento constante nesse território. O servidor Gustavo Sena explica como o garimpo ilegal prejudica a vegetação e também contamina os rios que cortam a floresta. "Isso tem um impacto nas comunidades. Essa água contaminada vai passar por essas terras indígenas, que é de uso desses povos." A Funai também acompanha pelo GPS a movimentação de povos que vivem distantes da civilização. Vale do Javari, no oeste do estado do Amazonas. Reprodução: TV Globo À deriva Após sobrevoar a região, a equipe do Profissão Repórter continuou a expedição pela Amazônia de barco, já que não há estradas na região. Mas logo o primeiro problema apareceu. O barco usado para o transporte quebrou e deixou a equipe do programa à deriva em um rio por algumas horas até o anoitecer. Takvan, um indígena da região que acompanha os repórteres, tentou contato com uma aldeia próxima dando um tiro para cima com uma arma, mas sem muito sucesso. Mais tarde, indígenas de outra aldeia próxima aparecem para ajudar. Eles enviaram uma mensagem de rádio para a base da Funai mais próxima. "A gente continua à deriva esperando uma equipe da Funai. A gente está há cinco horas esperando. Nosso motor está quebrado, então vamos ver se vão encontrar a gente", diz a repórter Danielle Zampollo enquanto espera o resgate. Danielle Zampollo faz imagens durante viagem de barco Maycon Mota Somente às 22h a embarcação consegue chegar até a base de Ituí, da Funai, que serve de apoio para povos indígenas de cinco etnias e controla o acesso à região. Todo o cuidado é justificado pelas invasões de pescadores, garimpeiros e de caçadores. A equipe do Profissão Repórter revela que a base foi atacada a tiros um dia após eles deixarem o local. "A gente dormiu lá no dia 17 de julho, no dia 18 de julho a base foi atacada novamente. Os invasores entraram na terra e deram cerca de oito tiros. Foi o quarto ataque em menos de um ano." O colaborador da Funai Fábio Matute conta que o Exército foi até o local uma semana após o ataque e fez uma apreensão de 600 quilos de pirarucu pescados ilegalmente e 300 tartarugas. Os conflitos com invasores também são a provável causa do assassinato de Maxiel, um colaborador da Funai que chegou a ajudar o Profissão Repórter durante a viagem. A investigação do crime é de responsabilidade da Polícia Federal, que não quis se manifestar. Durante a estadia em Ituí, uma família para na base para buscar atendimento de saúde para uma criança que está com febre. Após conseguirem a medicação, eles passam a noite no local para depois seguir viagem até a cidade para uma avaliação médica. Conflitos A presença de invasores tem empurrado os grupos indígenas que vivem isolados para áreas ocupadas por outras etnias. A Funai tenta evitar o conflito. A próxima parada da expedição chega a uma aldeia Marubo, uma das etnias que tem reclamado da aproximação dos povos isolados. Os indígenas dessa aldeia já se mudaram duas vezes a pedido da Funai para evitar conflitos com isolados, mas resistem a um terceiro pedido. "Acho muito difícil para mudar. Já mudei duas vezes e agora eu não estou sozinho", diz o cacique Manoel Marubo. No dia seguinte, a equipe fez uma refeição com os moradores da aldeia. Foi servido carne de anta. "Os indígenas dependem da caça para sobreviver. Eles não têm um mercado. A gente foi recepcionado na aldeia Marubo com carne de anta. E se você não come é uma ofensa", diz a repórter Danielle Zampollo. "Não pode vir pessoas de fora caçar de forma predatória dentro de uma terra indígena. Aqui eles caçam para se alimentar, e aqui estamos na casa deles e se eles convidam, a gente compartilha e come junto também", explica o servidor da Funai Gustavo Sena. Vane, Indígena Marubo, esquentando um pedaço de anta para suas duas filhas. Maycon Mota O povo indígena da aldeia também mostra a aproximação dos isolados. Em uma caminhada pela floresta é possível ver galhos amarrados. Não é a primeira vez que a aproximação acontece, mas a Funai até hoje não conseguiu identificar a etnia desse grupo de isolados. Quarentena Após deixar a aldeia, a reportagem começou a etapa mais desafiadora da expedição, fazer contato com um grupo de isolados, os Korubos. O primeiro contato da Funai com o povo indígena foi em março deste ano. A equipe do Profissão Repórter foi a única que conseguiu uma autorização para acompanhar o segundo encontro. Mas antes do primeiro contato foi necessário passar por uma quarentena de 7 dias. "Para entrar nesse acampamento onde ficam os isolados, a gente teve que passar por uma quarentena de 7 dias. Essa é uma maneira de tentar prevenir a transmissão das doenças que a gente carrega. Os indígenas não tem um sistema imunológico preparado para uma gripe, e ela pode ser fatal", explica Danielle Zampollo. Takvan, no acampamento de quarentena, assistindo a uma das edições do Profissão Repórter. Maycom Mota/TV Globo Durante a quarentena, a rotina da equipe do Profissão Repórter e dos servidores da Funai e Sesai se resumiu a cuidar comida, dos equipamentos e das roupas. Já a enfermeira Luziane López precisou ficar de olho nas vacinas que aplicará no povo indígena. Ela mantém a temperatura baixa com pedras de gelo e monitora tudo com um termômetro que fica em uma caixa térmica. Contato Após os 7 dias de quarentena, a reportagem seguiu para o encontro com os Korubo, mas antes ouviu algumas instruções de Takvan, que é da mesma etnia que os isolados. Ele pediu que a reportagem evitasse levar câmeras grandes no primeiro encontro. Existia a possibilidade do equipamento ser confundido com alguma arma. A recepção a equipe do Profissão Repórter foi com olhares de surpresa e curiosidade com as câmeras e os celulares da reportagem. Equipe do Profissão Repórter com o cacique da aldeia, Makwëx, suas duas esposas e o filho. Danielle Zampollo/TV Globo O grupo de Korubos foi contatado pela primeira vez em março desse ano, o segundo encontro teve como principal missão vacinar as 34 pessoas da etnia. Com a aproximação de invasores e também de outros povos, vem também a chegada de doenças e o isolados não têm anticorpos. "É uma experiência nova tratar indígenas isolados. A gente está acostumado com outro nível de paciente nas UBS, nos hospitais. Então aqui a gente precisa ter aquela cautela de menos é mais. Quanto menos medicação, é melhor", diz a médica Daiany Queiroz. Indígenas Isolados Korubo momentos antes de receberem a segunda rodada de vacinação. Maycon Mota O Vale do Javari reúne outras 10 etnias de indígenas isolados e há registros de mais seis, ainda em estudo. É a maior concentração de povos que vivem distantes da civilização no mundo. Veja 10 programas marcantes da história do Profissão Repórter.
Thu, 17 Oct 2019 03:23:00 -0000
O Assunto #39: O julgamento sobre prisão em 2ª instância no STF e o que está envolvido na decisão

No episódio #39, Renata Lo Prete conversa com Mariana Oliveira, repórter da TV Globo que cobre o STF, com o advogado Walfrido Warde e com o promotor Fabio Bechara. Mariana explica o que será julgado e a expectativa sobre a decisão dos ministros. Warde e Bechara dão argumentos contra e a favor a prisão após julgamento em segunda instância. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O Supremo Tribunal Federal (STF) vai começar a julgar nesta quinta-feira (17) a validade da prisão após condenação em segunda instância. Desde 2016, o Supremo entende que a prisão após segunda instância é possível. A decisão anterior, de 2009, concluía que prisões só poderiam ser executada após o trânsito em julgado (final do processo, quando não há mais possibilidades de recurso), conforme a constituição. Esse entendimento prevaleceu até 2016, quando o Supremo voltou a permitir a prisão após segunda instância. Um dos casos de maior repercussão de réu preso após condenação em segunda instância é o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerado culpado pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex no Guarujá (SP). Lula está preso desde abril de 2018. O tema já foi julgado outras quatro vezes desde então, mas ainda precisa ser analisado de forma mais ampla, com o chamado eleito "erga omnes", o que significando que a decisão deve ser válida para todos os casos similares e não só para casos específicos. No episódio #39, Renata Lo Prete conversa com Mariana Oliveira, repórter da TV Globo que cobre o STF, com o advogado Walfrido Warde e com o promotor Fabio Bechara. Mariana explica o que será julgado e a expectativa sobre a decisão dos ministros. Warde e Bechara dão argumentos contra e a favor a prisão após julgamento em segunda instância. Ouça o episódio da semana passada: Como assinar o podcast O Assunto O Assunto Arte/G1 O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
Thu, 17 Oct 2019 03:04:17 -0000
Calendário PIS-Pasep 2019-2020: pagamento de abono salarial para nascidos em outubro começa nesta quinta

Pagamentos irão até junho de 2020. Quem nasceu nos meses de julho a dezembro receberá o benefício ainda no ano de 2019. Calendário do PIS Pasep Reprodução/TV Globo Começa a ser pago nesta quinta-feira (17) o abono salarial PIS do calendário 2019-2020, ano-base 2018, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em outubro. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. Também será liberado o Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, para quem tem final da inscrição 2. Quem nasceu nos meses de julho a dezembro ou tem número final de inscrição entre 0 e 4 receberá o benefício ainda no ano de 2019. Já os nascidos entre janeiro e junho e com número de inscrição entre 5 e 9 receberão no primeiro trimestre de 2020. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2020, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 84 a R$ 998, dependendo do período trabalhado formalmente em 2018. No caso do PIS, mais de 1,8 milhões de trabalhadores receberão o abono em outubro, totalizando R$ 1,3 bilhões, segundo a Caixa. No total, serão cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários do PIS até o final do calendário. Calendário de pagamento do PIS Reprodução/DOU Calendário de pagamento do Pasep Reprodução/DOU Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2018. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2018. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. No caso do PIS, para quem é correntista da Caixa, o pagamento é feito 2 dias antes do restante dos outros trabalhadores. Já no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do 3º dia útil anterior ao início de cada período de pagamento. Valor depende dos meses trabalhados O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2018 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2018 completo. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 998). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 83), e assim sucessivamente. Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.
Thu, 17 Oct 2019 03:00:19 -0000
Vazamento na tv. Mauriti deixa cinco bairros de Belém sem água

Saiba quais os bairros atingidos. Reparação deve ocorrer na manhã desta quinta. Vazamento deixa tv. Mauriti alagada, em Belém. Reprodução / TV Liberal Cinco bairros de Belém ficaram sem água depois que um vazamento foi registrado na tv. Mauriti, entre as ruas Nova e Antonio Everdosa, na noite desta quarta (16). A rua ficou alagada. Os moradores reclamam também da água extremamente 'barrenta' que tomou conta da travessa. Segundo a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), os bairros atingidos são Pedreira, Telégrafo, Sacramenta e partes do Marco e Barreiro. Em nota, a Cosanpa informou que a interrupção foi necessária para fazer os reparos na tubulação que rompeu. Um equipe foi enviada ao local para avaliar a situação. A Cosanpa disse que o serviço de reparos deve ser realizado na manhã desta quinta para, em seguida, o abastecimento ser normalizado. Moradores ficam sem água após vazamento de tubulação na tv. Mauriti, em Belém. Reprodução / TV Liberal Água barrenta começa a vazar de tubulação da Cosanpa em Belém. Reprodução / TV Liberal
Thu, 17 Oct 2019 02:27:21 -0000
Cúpula do PSL avalia a expulsão de até 10 deputados

O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE) Marcelo Camargo/Agência Brasil Em conversas na noite desta quarta-feira (16), integrantes da cúpula do PSL, liderada pelo deputado Luciano Bivar (PE), discutiram a possibilidade de expulsão de até dez deputados da legenda. Entre eles, estão Bibo Nunes (RS) e Alê Silva (MG), que já fizeram críticas públicas aos dirigentes da legenda. Outra medida em análise é a destituição do deputado Eduardo Bolsonaro (SP) e do senador Flávio Bolsonaro (RJ) dos comandos do partido nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, respectivamente, o que pode ser efetivado já nesta quinta-feira (17). Com essas medidas, a cúpula do PSL tenta retomar uma "maioria segura" dentro da bancada, diante da ofensiva do grupo do presidente Jair Bolsonaro. A movimentação se intensificou depois que foi apresentada uma lista, com o nome de 27 parlamentares, para tirar o deputado Delegado Waldir (GO) da liderança da legenda na Câmara. Os nomes dos deputados que poderão ser expulsos serão analisados caso a caso. A cúpula do PSL entende que esses parlamentares infiéis poderiam perder os mandatos, dando assento a suplentes. Essa estratégia, contudo, deverá ser contestada pelos deputados desligados junto à Justiça Eleitoral.
Thu, 17 Oct 2019 02:23:35 -0000
Inscrições do Prosel da Uepa encerram nesta quinta, 17

No total, a universidade oferta 3.616 vagas distribuídas em 28 cursos. Os candidatos podem se inscrever no site da instituição. Inscrições para o vestibular da Uepa encerram nesta quinta, 17. Nailana Thiely/ Ascom Uepa Encerram nesta quinta (17) as inscrições para o Processo Seletivo (Prosel) da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Os candidatos podem se inscrever no site da instituição. No total, a universidade oferta 3.616 vagas distribuídas em 28 cursos das áreas de saúde, educação e tecnologia, na capital e em outros 16 municípios do Pará. O Prosel utiliza a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$60, deve ser realizado até esta sexta (18). O período de solicitação de isenção da taxa de inscrição ocorreu entre 20 e 30 de setembro. O edital completo está disponível no site. Serviço Inscrição Prosel UEPA Até 17 de outubro Mais informações: 3299-2216 Confira o edital completo Inscrições pelo site
Thu, 17 Oct 2019 02:16:52 -0000
Removido da liderança do PSL, Delegado Waldir apresenta lista de apoio para voltar ao posto
Lista em apoio ao deputado tem 31 assinaturas de integrantes da bancada. Documento foi apresentado depois que o líder do governo anunciou Eduardo Bolsonaro como novo líder do PSL. Líder do PSL na Câmara diz que Bolsonaro articula para tirá-lo do partido Logo depois do anúncio de que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) será o novo líder do PSL na Câmara, o deputado Delegado Waldir (GO) informou que também apresentou uma lista com assinaturas de apoio de parlamentares da sigla a fim de voltar ao posto. A lista foi protocolada na Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara. Agora, caberá à área técnica da Câmara fazer a contagem das assinaturas das listas e enviar o caso ao presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). Antes de protocolar a lista na Mesa da Câmara, Delegado Waldir concedeu entrevista na qual afirmou que, por meio de telefonemas, o presidente Jair Bolsonaro estava pressionando deputados do PSL a removê-lo do posto para colocar no lugar Eduardo Bolsonaro. A sucessão de mudanças na Liderança do PSL começou na noite desta quarta-feira (16) com o anúncio feito pelo líder do Governo, Major Vítor Hugo (GO), de que 27 deputados da bancada do PSL tinham assinado um requerimento para tornar líder da bancada o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. A crise interna do PSL se acentuou na semana passada depois que o presidente Jair Bolsonaro, filiado à legenda, deflagrou publicamente um conflito político com o presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PE). Desde então, a ala do PSL que defende as posições de Bolsonaro tem protagonizado embates com o grupo aliado de Bivar, do qual Delegado Waldir faz parte. Pelas regras internas da Câmara, as escolhas de líderes partidários são oficializadas por documento endereçado ao presidente Rodrigo Maia, assinado pela maioria absoluta dos integrantes da sigla. Atualmente, segundo dados oficiais da Casa, o PSL tem 53 deputados. A praxe é que a escolha seja oficializada após consenso ou eleições dentro da bancada. Os líderes ficam em atividade até que nova indicação seja feita pelo partido. Ou seja, a mudança na liderança é possível a qualquer tempo, desde que se obtenha o apoio necessário da bancada. O Regimento da Câmara não especifica quem deve ocupar o posto na situação em que não há acordo entre os parlamentares. Plenário Minutos antes da sucessão de mudanças na liderança do PSL na Câmara, o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), ainda como líder da bancada, apoiou, no plenário, um acordo com líderes da oposição para adiar a votação de uma proposta de interesse do governo: a confirmação, pelo Casa, dos termos do acordo com os Estados Unidos que permitirá aos norte-americanos fazer o lançamento de satélites e foguetes da base de Alcântara, no Maranhão. A proposta foi incluída na pauta desta quarta-feira da Câmara e enfrentava a obstrução de partidos como PT, PSB, PDT, PCdoB e PSOL. Até então, deputados favoráveis à proposta enfrentavam a obstrução, votando e derrubando requerimentos de retirada de pauta e de adiamento da votação. Nas votações dos pedidos, o PSL, orientado pelos deputados Luiz Lima (PSL-RJ) e Bibo Nunes (PSL-RS), atuava para fazer a votação do tema prosseguir em plenário. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – que viria a ser anunciado como líder minutos depois – foi aos microfones do plenário defender a necessidade de aprovar a proposta. Posteriormente, abriu mão da possibilidade de discursar para dar mais agilidade à votação. “O tempo que eu tenho disponível aqui eu abro mão para a gente dar celeridade na votação”, declarou. O deputado é atualmente presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, única comissão permanente pela qual a proposta passou. Dez minutos depois, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) propôs um acordo para adiar a votação, diante da intenção da oposição de manter a obstrução pela madrugada. “A minha sugestão é no sentido de encerrar a discussão no dia de hoje. Vamos colocar essa mesma matéria, que é o decreto legislativo, como primeiro item da pauta na próxima terça-feira, sem nenhum tipo de obstrução por parte de alguns partidos que estão obstruindo”, sugeriu Rocha. Os líderes foram consultados e, ao microfone, o deputado Delegado Waldir orientou a favor do adiamento. “O PSL concorda com o acordo proposto pela oposição”, afirmou o parlamentar. O acordo foi firmado, e a votação acabou adiada para a próxima terça-feira (22). Acordo com os EUA Deputados e senadores precisam avaliar a proposta que confirma a adesão do Brasil ao acordo com os Estados Unidos que permitirá aos norte-americanos fazer o lançamento de satélites e foguetes da base de Alcântara, no Maranhão. O projeto de decreto legislativo confirmando os termos do acordo já tinha sido aprovado, no fim de agosto, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. O acordo de salvaguardas tecnológicas (AST) entre os dois países foi assinado em 18 de março, durante viagem do presidente Jair Bolsonaro a Washington. Pelo acordo, o território onde a base está localizada continua sob jurisdição do governo brasileiro. Em troca, o Brasil receberá recursos que poderão ser investidos no desenvolvimento e aperfeiçoamento do Programa Espacial Brasileiro. Pelo texto, o dinheiro não poderá ser usado na compra, produção, teste ou emprego de mísseis. O relator defendeu essa parte do acordo.
Thu, 17 Oct 2019 02:11:35 -0000

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